O cliente entrou numa loja de reparação de telemóveis e descreveu o problema do seu aparelho: sempre que reproduzia um vídeo, a imagem revelava arrasto, o som apresentava cortes, um portal interdimensional abria-se e dele saía um robô, visivelmente desagradado com o tipo de vídeo habitualmente reproduzido naquele telemóvel.
Alejandro, funcionário da loja, dedicou duas semanas à análise do problema. Durante este período, o cliente dirigiu-se à loja cinco vezes, embora numa delas o tenha feito para explicar a Alejandro como se configurava uma aplicação móvel que emitia alertas para a necessidade de beber água.
Terminada a análise do problema, Alejandro informou o cliente de que não encontrara solução. Para compensar, adoptou o robô, para que este lhe fizesse companhia durante o tempo solitário passado na loja. No entanto, ao segundo dia, o robô fugiu, deixando um bilhete a Alejandro, no qual afirmava não suportar o seu gosto musical.
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